Economista e ex-ministro da Fazenda
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No período em que foi Ministro da Fazenda, a economia brasileira registrou as maiores taxas de crescimento em sua história (média anual de 9% de crescimento do PIB de 1968 a 74), com a criação de 15 milhões de novos empregos. Em 1973 o Brasil alcançou o crescimento recorde de 14,4% do PIB, com inflação de 12%. Em oito anos de forte crescimento, o país passou da 48a posição para o 8* lugar entre as economias mundiais.
Como Ministro do Planejamento, na década de 80, comandou a economia brasileira durante a segunda maior crise financeira mundial do século 20, causada pelo choque dos preços do petróleo e pela elevação dos juros americanos para 22% ao ano. O Brasil viveu um período de altas taxas de inflação e três anos de recessão, mas foi o primeiro país em desenvolvimento a vencer a crise, com a economia voltando a crescer 5,6% em 1984.
No início de sua carreira pública foi membro do Grupo de Planejamento do governo do Estado de São Paulo e da Comissão Interestadual da Bacia Paraná-Uruguai e conselheiro do Conselho Nacional de Economia.
Tem vários livros publicados sobre problemas da economia brasileira e escreve semanalmente nos jornais Folha de São Paulo e Valor Econômico e na revista Carta Capital. Seus artigos são também publicados regularmente em cerca de 70 periódicos em São Paulo e em vários outros Estados.