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| Campos Soares (direita) e Azevedo, presidente e vice-presidente do IBS, respectivamente |
O novo presidente do IBS, Rinaldo Campos Soares (Usiminas / Cosipa), tomou posse em 29/05, durante o 20º Congresso Brasileiro de Siderurgia, promovido pelo Instituto. Campos Soares, que presidirá o IBS de 2007 a 2009, disse, em seu discurso, que no cenário interno é clara a percepção de que o Brasil está preparado para crescer dentro do campo da siderurgia, mas que depende de expressivos investimentos nas indústrias de base, sem os quais dificilmente terá sustentação a médio e longo prazo.
Rinaldo, que deu posse ao vice-presidente Flávio Azevedo (V&M do Brasil), citou várias mudanças pelas quais passa o setor, entre elas a ascensão da China como maior produtor e exportador mundial, a elevação do preço do aço e a redução do endividamento das empresas brasileiras.
Para que a siderurgia brasileira ganhe fôlego frente a seus concorrentes internacionais, Rinaldo ressaltou que “a manutenção dos níveis de crescimento e rentabilidade passa, necessariamente, por ações que consolidem a posição competitiva do aço e a redução de vulnerabilidades e às flutuações do mercado.”
Para o novo presidente do IBS, o grande desafio do instituto, que reúne 13 empresas do setor no Brasil, é responder a quatro questões: a sustentabilidade dos bons resultados mundiais da siderurgia através dos avanços tecnológicos ou de mercado; o impacto do enfraquecimento da China; se as áreas emergentes do planeta (incluindo o Brasil) terão suprimento de aço suficiente e quais conseqüências virão das restrições ambientais e de outros fatores estruturais.
► Currículo do presidente
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