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A siderurgia brasileira elegeu como missão
prover, com eficácia, o abastecimento interno de produtos
siderúrgicos e participar, de forma permanente, do
comércio mundial de aço, contribuindo para o
desenvolvimento sustentável e para o bem-estar social
do país.
As empresas siderúrgicas brasileiras
investem em projetos de responsabilidade social nas áreas
de cultura, capacitação profissional e geração
de renda, assim como saúde e saneamento, pesquisa científica,
empreendedorismo e qualidade total, desenvolvimento da cidadania
e voluntariado, apoio à criança e ao adolescente,
e alimentação.
Saiba mais sobre as iniciativas do setor
acessando o Balanço Social
da Siderurgia 2007.
Produzir mais aço com menos insumos
e matérias-primas é outra prioridade da siderurgia
brasileira. Os programas de conservação de energia,
de recirculação de águas e de reciclagem
do aço e co-produtos têm aumentado a eco-eficiência
do setor.
O aço é hoje o produto mais
reciclável e mais reciclado do mundo. Quando findam
sua vida útil, produtos como carros, geladeiras, fogões,
latas, barras e arames tornam-se sucatas, que alimentam os
fornos das usinas, produzindo novamente aço com a mesma
qualidade. Veja o fluxo em Reciclagem.
O setor se impôs o desafio de ir além
do atendimento às exigências da legislação
de proteção ambiental, desenvolvendo tecnologias
limpas. Para isso, estabelece parcerias com universidades,
instituições de pesquisa e outros segmentos
industriais, promovendo estudos e projetos que permitem racionalizar
o consumo de matérias-primas e insumos, otimizar a
eficiência energética e maximizar o aproveitamento
dos gases, água e co-produtos dos processos envolvidos
na produção do aço.
Programas de treinamento e educação
ambiental com os funcionários e a comunidade são
desenvolvidos como forma de reduzir os riscos de acidentes
e impactos ambientais, bem como para melhor integrar e dar
transparência às atividades das empresas junto
à população. De 1994 a 2004, os investimentos
do setor siderúrgico em meio ambiente foram de US$
1,06 bilhão. A previsão é investir, entre
2005 e 2010, mais US$ 184 milhões.
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