O parque siderúrgico nacional
iniciou a década de 90 contando com 43 empresas
estatais e privadas, cinco delas integradas a coque, nove
a carvão vegetal, duas integradas a redução
direta e 27 semi-integradas, além de produtores
independentes de ferro-gusa e carvão vegetal, que
somavam cerca de 120 altos-fornos. A instalação
dessas unidades produtoras se concentrou principalmente
no Estado de Minas Gerais e no eixo Rio-São Paulo,
devido à proximidade de regiões ricas em
matérias-primas empregadas na fabricação
do aço, ou de locais com grande potencial de consumo.
Hoje, o parque produtor de aço brasileiro, um dos
mais modernos do mundo, é constituído de
25 usinas, sendo 11 integradas (produção
a partir de minério de ferro) e 14 semi-integradas
(produção a partir da reciclagem de sucata),
administradas por sete grupos empresariais.