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História da Siderurgia - A Siderurgia no Mundo
 
 
     
 

 

Fatos recentes

Com o avanço tecnológico dos fornos e a crescente demanda por produtos feitos de ferro e aço, as indústrias siderúrgicas aumentavam a produção. Isso gerava problemas, devido aos gases poluentes liberados na atmosfera pela queima de carvão vegetal. Em meados do século XIX, a produção diária de um alto-forno chegava a cerca de três toneladas, o que elevava ainda mais o consumo de carvão vegetal.

A partir do século XX, as siderúrgicas foram aumentando os investimentos em tecnologia de forma a reduzir o impacto da produção no meio ambiente, reforçar a segurança dos funcionários e da comunidade, assim como produzir cada vez mais aço com menos insumos e matérias-primas.

O aço é hoje o produto mais reciclável e mais reciclado do mundo. Carros, geladeiras, fogões, latas, barras e arames tornam-se sucatas, que alimentam os fornos das usinas, produzindo novamente aço com a mesma qualidade.

Além disso, as empresas siderúrgicas participam de acordos internacionais para preservar o meio ambiente. Na década de 90, a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima estabeleceu a redução de emissão de gases de efeito estufa, estabelecendo que os países deveriam apresentar projetos na modalidade Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Durante a Convenção de Estocolmo, em 2004, os países se comprometeram a fazer um plano nacional de controle de Poluentes Orgânicos Persistentes (POP´s). A siderurgia está comprometida com ambas as iniciativas, além de outras no mesmo sentido. Saiba mais em Meio Ambiente e Responsabilidade Social.

Quanto à produção, as previsões são de crescimento das principais economias desenvolvidas e a manutenção do ritmo de expansão dos países da Ásia, em especial China e Índia. Há algumas incertezas relacionadas a questões como o aumento dos juros nos EUA e Europa, preço do petróleo, terrorismo e crise no Oriente Médio, quadro político na América Latina, mas não parece provável que afetem de forma significativa o crescimento do mercado e do comércio mundial de aço.

Persiste no setor siderúrgico, porém, a preocupação com um possível desequilíbrio no balanço oferta vs demanda devido a um excesso mundial de capacidade de produção, principalmente na China. No entanto, essa ameaça só deverá produzir efeitos relevantes após 2008. Outra questão a considerar é o processo de consolidação em curso no setor. Fusões e aquisições entre as siderúrgicas mundiais ainda devem ser uma constante por algum tempo.

 
     
 
 
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